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domingo, 5 de agosto de 2012

Principais doenças que atingem os cães.


Alergia alimentar
O que é: uma resposta imunológica exagerada do organismo a determinada substância presente em alimentos.
O que acontece: de ferimentos na pele provocados pela unha do próprio animal enquanto se coça sem parar até quadros gastrointestinais, como diarreia e vômito, com risco até de óbito, se ele não for tratado.
Causas: aditivos, conservantes e outras substâncias químicas usadas em rações industrializadas são os vilões mais freqüentes. Para alguns bichos, porém, as proteínas da carne bovina podem disparar as mesmas reações alérgicas.
Sintomas: os sinais clínicos mais comuns do problema são: coceira, vermelhidão e descamação na pele, com lesões provocadas pelas unhas do animal.
Prevenção: em primeiro lugar, evite comprar ração de qualidade duvidosa. Elas têm corante, que, além de provocar alergia, prejudica a absorção dos nutrientes pelo organismo. Outra medida é não dar banhos em excesso, que retiram a oleosidade natural que protege a pele dos animais. Outra forma de prevenção é trocar o comedouro de plástico, o qual também pode desencadear uma bela alergia. Prefira o de alumínio, que não traz esse risco.
Tratamento: substitua a ração de sempre por fórmulas especiais. Se o animal é muito alérgico, opte por refeições caseiras, mas aí sempre bem orientadas pelo veterinário, tomando o cuidado de suprir todas as necessidades nutricionais do bicho.

Depressão
O que é: ainda faltam trabalhos que expliquem exatamente o que acontece no cérebro dos animais melancólicos, mas alguns apresentam um distúrbio muito parecido com a depressão dos seres humanos. Embora os gatos pareçam menos sentimentais, eles também sofrem com problemas desse tipo.
O que acontece: o bicho passa a recusar comida e brincadeiras, muda drasticamente de comportamento e fica arredio.
Causa: grandes mudanças, separações e solidão são os principais fatores por trás do quadro depressivo.
Sintomas: a angústia em cães geralmente é sinalizada pela mania de se lamberem freneticamente. Alguns, de tanto fazer isso, até ficam com feridas graves nas patas. Entre os felinos, é o dorso que acaba machucado por essa compulsão.
Prevenção: todos os veterinários são unânimes em dizer que o melhor remédio contra a depressão é levar seu amigo para passear. Além do benefício da atividade física - como a produção de neurotransmissores ligados ao bem-estar no cérebro -, as caminhadas estreitam o contato com o dono. E talvez seja sua ausência que tenha provocado o baixo-astral do seu querido bicho de estimação. Então, se ele é mesmo de sua estima, cuide bem dele nesse momento.

Erlichiose (doença do carrapato)
O que é: uma infecção gravíssima transmitida por carrapatos portadores de bactérias do gêneroerlichia.
Contágio: o carrapato contamina-se ao ingerir o sangue de animais doentes e transmite a bactéria ao parasitar cães saudáveis e, mais raramente, gatos.
O que acontece: entre os problemas desencadeados estão anemia, hemorragia, insuficiência renal, inflamações oculares e alterações neurológicas e de comportamento. Como a bactéria promove uma anemia grave, pode levar o animal à morte.
Prevenção: ela ocorre com a aplicação mensal de remédios para ectoparasitas, que evitam a infestação por carrapatos.
Sintomas: vários sinais indicam erliquiose. Os principais são febre, tosse, vômito, diarreia, depressão, hematomas, perda de apetite, anemia e dificuldade de respirar.
Diagnóstico: a constatação do problema se dá por meio de exames sorológicos ou de DNA.
Tratamento: é feito com remédios, de acordo com o estágio em que se descobriu a doença.

Obesidade
O que é: acúmulo excessivo de gordura decorrente da alteração no balanço energético do animal.
Causa: dieta inadequada e sedentarismo são os maiores fatores para o aparecimento da enfermidade. Algumas raças de cães e gatos são mais propensas ao problema do que outras.
Riscos: cães e gatos gorduchos podem desenvolver diabete, problemas nas articulações, doenças cardiovasculares e até alterações neurológicas.
O que acontece: animais gorduchos são sérios candidatos a ter níveis elevados de colesterol e triglicérides. Essas substâncias estão por trás de problemas como convulsão, paralisia, danos nos olhos e alterações neurológicas. Bichos excessivamente gordos estão mais propensos a desenvolver diabete e doenças articulares.
Prevenção: compre ração de boa qualidade, de acordo com a idade e grau de atividade para o seu amigo, não ofereça comida inadequada, controle os petiscos de petshop, estimule a prática de atividades físicas com passeios (no caso dos cães) ou brincadeiras (no caso dos gatos). Respeite a quantidade de ração diária a ser ingerida marcada na embalagem.
Sintomas: para identificar um bicho obeso, basta olhar para ele. Além do corpo rechonchudo, ele pode apresentar sede excessiva (em caso de diabete), falta de fôlego na hora de passeios, e sinais de hipertensão arterial.
Prevenção: compre ração de boa qualidade, de acordo com a idade e grau de atividade para o seu amigo, não ofereça comida inadequada, controle os petiscos de petshop, estimule a prática de atividades físicas com passeios (no caso dos cães) ou brincadeiras (no caso dos gatos). Respeite a quantidade de ração diária a ser ingerida marcada na embalagem
Diagnóstico: o método de diagnóstico mais utilizado é a inspeção e palpação do animal. Ele deve ter as costelas facilmente tocáveis e, quando visto de cima, apresentar forma de ampulheta. Se as costelas do animal não são visíveis, pode indicar que ele esteja acima do seu peso. Mas o veterinário dará o veredito fi nal ao comparar o peso do seu animal como estimado para aquela raça.
Tratamento: um programa bem-sucedido de emagrecimento exige plano nutricional, exercícios físicos diários, monitoramento metabólico e hormonal e acompanhamento veterinário.

 Otite
O que é: é a popular inflamação de ouvido.
Causas: a doença costuma ter origem infecciosa, parasitária, fúngica ou seborreica.
O que acontece: se não for bem tratada, a otite pode se agravar e provocar uma meningite e ou até infecção generalizada, dois males capazes de matar.
Prevenção: proteja as orelhas do seu bicho durante o banho, tome cuidado com a limpeza do canal auditivo externo e, no caso de cães, não deixe que passeiem com o tronco para fora do carro para que o vento não penetre no canal auditivo.
Sintomas: quando há uma otite, o que fica mais evidente é o coça-coça das orelhas e o balançar frequente da cabeça. Secreção amarelada ou enegrecida e fedida também pode indicar que a infecção está instalada e latente.
Diagnóstico: o veterinário, durante o exame clínico, faz uma otoscopia, ou seja, usa aquele aparelhinho para enxergar o canal auditivo. E, em alguns casos, pode pedir uma coleta de secreção para análise.
Tratamento: o tratamento é feito com antibiótico no caso das otites bacterianas, antifúngicos para a otite fúngica, antiparasitários para a otite parasitária e ceruminolíticos, quando se trata de uma otite ceruminosa ou seborreica.

Espero que tenham gostado.
Beijos.




sexta-feira, 20 de julho de 2012

Férias \o/

Oi queridos.



Desculpe a demora, final de semestre é sufocante, mas agora é só alegria FÉRIASSSS. São poucos dias, mas já vale para descansar, passear, dormir e tudo que nós estudantes de veterinária merecemos. Vamos aproveitar o pouco tempo de férias porque logo logo voltamos as aulas.


Aproveitem as férias \o/\o/
Beijos a todos.

sábado, 23 de junho de 2012

Trabalho de ecologia.

Oi queridos e queridas.

Depois de muito tempo sem fazer posts, achei melhor fazer um post mais voltado para alguma cadeira do curso. Esse foi um trabalho que tive que fazer em grupo da cadeira de ecologia.
Espero que gostem e seja útil para vocês.
Beijos :*

Introdução:


     Existem microorganismos tanto bons como ruins para agropecuária, estes causam prejuízos aos produtores que tendem a procurar medidas para combatê-los, muitas vezes com o passar dos tempos essas pestes se tornam resistentes a tais defensivos agrícolas, tendo então que se procurar novas alternativas.
     Neste trabalho enfocaremos nas duas doenças mais conhecidas da banana, as Sigatokas amarela e negra, responsáveis pelas maiores perdas nos bananais brasileiros e de todo mundo.



 Resistência de microorganismo na agropecuária (Sigatoka):

Tanto a agricultura como a pecuária sofrem com a resistência que alguns organismos criam, prejudicando produtores, na pecuária contabilizamos doenças, bactérias, que acabam algumas vezes sofrendo mutações e então o remédio dado já não faz mais o efeito desejado. Nas lavouras o problema é quando os agrotóxicos já não inibem a proliferação da doença, causando enormes prejuízos econômicos principalmente aos produtores. Vejamos a seguir, mais detalhadamente os problemas e benefícios da bananicultura:
Entre os problemas fitossanitários da bananicultura, duas doenças causam maior preocupação ao setor. Tratam-se da sigatoka amarela e da sigatoka negra.A sigatoka amarela é causada pelo fungo Mycosphaerella musicola.É uma doença agressiva, responsável por perdas severas na produtividade do bananais brasileiros.Para a ocorrência da doença é necessário que o esporo do fungo encontre condições favoráveis para a infecção do tecido vegetal.Estes fatores são tecidos suscetíveis (normalmente a folha vela e as três folhas mais novas da bananeira), a água livre (chuva ou orvalho) e temperaturas adequadas (acima de 21ºC).
     A sigatoka  negra é causada pelo fungo Mycosphaerella fijiensis, sendo considerada a mais grave doença da bananicultura mundial.Este fungo é extremamente agressivo, podendo ocasionar perdas superiores a 80% da produção, quando as condições ambientais forem favoráveis ao desenvolvimento do patógeno.O primeiro relato da chegada da sigatoka negra ao Brasil foi em 1998, no estado do Amazonas.Em 2004, a doença foi identificada em São Paulo,na região do Vale do Ribeira.Desde então , vem sendo disseminada e hoje pode ser encontrada em grande parte dos estados brasileiros.Devido ao elevado grau de agressividade desta doença, normalmente onde há incidência  de sigatoka negra, a sigatoka amarela desaparece muito rápido.Na tentativa de manter a doença sob controle,ocorre uso intenso de defensivos agrícolas, aumentando o custo de produção, alem de causar danos ambientais e também ao produtor rural.
O uso desenfreado de defensivos químicos  pode acarretar em danos econômicos  e ambientais.Por isso o produtor deve lançar mão,também, de outros métodos, como o controle genético, que consiste no plantio de variedades resistentes a doenças.
Outra alternativa é o controle cultural,que diz respeito às técnicas agrícolas, como densidade adequada de plantio, nutrição eficiente, uso de fertirrigação, retirada de folhas doentes e manejo de perfilhos.
O monitoramento da sigatoka negra é uma metodologia que vem sendo aplicada pelos produtores rurais com o intuito de diminuir as aplicações de defensivos químicos, racionalizando a sua utilização.
O sistema de previsão bioclimático é uma ferramenta fundamental para o manejo fitossanitário eficiente do bananal.Permite caracterizar o comportamento da doença em uma dada região, conhecendo-se a flutuação da severidade no decorrer do ano climático.Esta caracterização possibilita a racionalização do controle químico, apontando o momento correto das pulverizações com fungicidas, além de determinar o intervalo.Torna possível, ainda efetuar a alternância dos grupos químicos dos fungicidas nas aplicações, de modo a evitar o aparecimento de futuros episódios de resistência do patógeno a um determinado produto.
O principal método utilizado no monitoramento da severidade da sigatoka negra baseia-se na taxa de emissão foliar semanal e na presença dos sintomas da doença, nos seus estádios mais precoces (1,2 e 3), identificados nas folhas novas das plantas, ou seja, na segunda, terceira e quarta folhas a parir da folha “vela”.As avaliações de campo são feitas semanalmente e a evolução da severidade é resultado da nota dada à severidade por ocasião da avaliação e do ritmo de emissão foliar.
Para um correto e eficiente monitoramento desta doença, o pesquisador científico da Agencia Paulista de Tecnologia dos Agronegócios Wilson da Silva Moraes (Apta Regional do Vale do Ribeira) desenvolveu um aplicativo computacional, de fácil operação, que estima a severidade da doença baseando-se na evolução dos estádios de desenvolvimento dos sintomas e do ritmo de emissão foliar.
Técnicas de monitoramento, associadas ao emprego de materiais genéticos resistentes às doenças, uso de mudas sadias, nutrição equilibrada, plantio na densidade adequada, irrigação e outras técnicas culturais, compõem o manejo integrado de doenças, favorecendo o bom desenvolvimento e produtividade das plantas, mantendo o empreendimento rentável.
Melhoramento genético: é uma ferramenta que proporciona aos agricultores materiais genéticos de altíssima qualidade, com características de excelente produção associando-se rusticidade e resistência às doenças. O grande rol de variedades atualmente disponível aos bananicultores permite rentabilidade e atendimento aos diversos segmentos de mercado.Estes novos genótipos são devidamente avaliados em diversas regiões produtoras com o intuito de identificar os melhores para cada tipo especifico de condições edáficas e climáticas, com melhor adaptabilidade.
Fertirrigação: técnicas aprimoradas de fertirrigação. Que são a junção de irrigação com nutrição de plantas, proporcionam o uso racional da água na cultura, permitindo uma produção sustentável e ambientalmente favorável, com ganhos econômicos, sociais e ambientais por parte dos produtores. A otimização do processo produtivo é benéfica para a produção, pois permite ao produtor rural garantir maior rentabilidade, com redução de custos e melhor utilização de insumos e mão de obra.
A propagação de bananeiras é outro ponto da cadeia produtiva que se modernizou substancialmente nos últimos anos. A cultura saiu de uma situação até certo ponto precária, para a modernização de técnicas, como a produção de mudas in vitro, que permite alto rendimento e maior controle sobre os materiais genéticos, garantindo uniformidade de produção, com maior vida útil do bananal, atendendo ás exigências de um mercado cada vez mais empresarial. Outro fator muito importante agregado ao novo processo produtivo da bananicultura é que. O uso de mudas micro propagadas sadias diminiu, consideravelmente, a disseminação de pragas e doenças, favorecendo o manejo fitossanitário das lavouras.
O manejo fitossanitário também passou por mudanças na bananicultura, com técnicas que proporcionam maior eficiência no controle das doenças e pragas, com menor custo para o produtor e também para o ambiente. O rígido controle sobre os defensivos químicos utilizados na lavoura é muito importante, uma vez que esta fruta é consumida, em sua maior parte, in natura.
    

A Sigatoka no Brasil:
Em dezembro de 1997, durante um trabalho realizado em Tabatinga e Benjamin Constant, para avaliar a incidência e prevalência de doenças vasculares da bananeira (Moko e Mal-do-panamá) realizado pelos técnicos na época, da Delegacia Federal da Agricultura do Estado do Amazonas e Embrapa Amazônia Ocidental, Ana Fabíola, Carlinhos, José Clério Rezende Pereira e Luadir Gasparotto, detectaram uma nova doença foliar ocorrendo em bananeira, de forma severa induzindo perdas de até 100% nas cultivares prata, maçã e nos plátanos Pacovan (D’angola) e Pacovi (Banana da Terra).
Desde então os produtores enfrentaram problemas atrás de problemas com a produção. A maior parte dos produtores tradicionais que abandonaram a cultura foi substituída por uma nova geração de produtores capitalizados e tecnificados muitos em áreas de terra firme, produzindo até 20t/ha ao ano contra cerca de 8 t/ha ao ano dos produtores tradicionais na várzea. Entretanto o Amazonas continuou importando cerca de 80% da banana consumida no estado, em particular de Roraima. Mas mesmo hoje em dia há falta de incentivo aos produtores.
A produção brasileira de banana em 2011 foi de aproximadamente sete milhões de toneladas, o que faz com que o Brasil ocupe o quinto lugar no ranking mundial de produtores, atrás apenas da Índia (27 milhões de toneladas), Filipinas ( 9,1 milhões de toneladas), China 9 nove milhões de toneladas) e Equador ( 7,6 milhões de toneladas). A cultura ocupa uma área de aproximadamente 490 mil hectares no Brasil.
O cultivo desta fruta, antes caracterizado por pequenas áreas e baixa tecnologia, hoje está presente em áreas extensivas e tem a sua disposição, técnicas modernas e sofisticadas, que permitem alcanças altas produtividades, agregando qualidade ao fruto.



Conclusão:
Concluímos então que a mutação e resistência desses microrganismo é dada por uma utilização errada dos agentes químicos ao combater esses organismo, causando um uso errado do produto proporcionando assim que o microrganismo se torne mais resistente e cada vez mais eficaz contra o agente químico.
A seleção genética  das bananeiras é uma alternativa eficaz e não prejudicial ao meio ambiente, onde o produtor escolhe as bananas que mais resistem ao microrganismo agressor, fazendo assim cruzamentos com essas plantas mais fortes.
Também podemos dizer que a sigatoka negra é mais “forte” e agressiva as bananeiras do que a amarela, onde caracteriza grande perda nas plantações, ocorrendo assim quase perda total da produção. Um problema grave para o produtor, fazendo assim que corra atrás de alternativas mais eficazes para combater a sigatoka.




Bibliografia:

è  Revista Cultivar   

sexta-feira, 8 de junho de 2012

Gatinhos abandonados.

Oi pessoal.

Post de hoje é sobre os gatinhos que foram abandonados com menos de 5 dias de vida, eles foram deixado no estacionamento da faculdade onde estudo. São bem pequenos, nem abriram os olhos e são umas fofuras gente, não sei como uma pessoa pode fazer isso.
Infelizmente existem muitas pessoas assim soltas pela mundo.
Enfim é um caso complicado. Mas quem tiver interesse em adotar eles, estão no HV da ULBRA em canoas.




Fotos: Estágio 






Até o próximo post :)

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Raio-x.

Oi pessoal.

Quinta passada tivemos um momento bem emocionante para nós estagiárias do setor de diagnóstico por imagem. Uma cadela labradora esperando seus bebês, no raio-x apareceu as colunas e crânios, ela superou com 10 na barriga e já tinha ganhado 5.
Vamos as fotos.





Beijos e até o próximo post.

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Fratura de Rádio Ulna.

Oi pessoal.

Quanto tempo que não faço um post para vocês né?! Mas estou de volta, trazendo mais coisas interessantes do mundo veterinário.
Atualização de hoje é sobre uma cadelinha que fraturou Rádio Ulna.






Relembrando da Anatomia I:









Espero que gostem.
Beijos e até o próximo post.

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Notícias do mundo animal: Cavalos europeus desembarcam no salgado filho

O desembarque foi acompanhado por uma comissão do torneio formada pelo presidente da Federação Gaúcha de Esportes Equestres, João Mazzaferro. a presidente da Sociedade Hípica Porto Alegrense, Maria Luisa Amodeo Daiello, e pelo veterinário Jarbas da Costa Castro Jr. A vinda dos animais foi possível graças a uma operação logística envolvendo os organizadores do The Best Jump, Infraero e a empresa aérea.Do aeroporto os cavalos seguiram para a Hípica, na zona sul de Porto Alegre.
A aeronave da Lufthansa com capacidade normal de 90 toneladas de carga foi especialmente configurada para o transporte dos animais e para atender as condições operacionais do Salgado Filho. O MD11 cargueiro saiu de Frankfurt, na Alemanha, com escala no aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP), e depois, Porto Alegre. Empresa alemã com operação há mais de 30 anos nos aeroportos de São Paulo e Rio de Janeiro, a Lufthansa Cargo no retorno da capital gaúcha transporta cargas regulares para diversos destinos da Europa.

Os 11 cavalos europeus que vão participar da 44ª edição do The Best Jump – Concurso de Saltos Internacional Cidade de Porto Alegre chegaram nesta segunda-feira, dia 30, pela manhã, a Porto Alegre em um MD 11 da Lufthansa Cargo que, pela primeira vez, desceu no Aeroporto Internacional Salgado Filho.

Torneio começa nesta quarta-feira
Como desfecho da operação, o The Best Jump terá pela primeira vez a participação de competidores europeus com cavalos próprios. O torneio oferecerá R$ 550 mil em prêmios e é promovido pela Federação Gaúcha de Esportes Equestres (FGEE), em parceria com a Confederação Brasileira de Hipismo (CBH) e a Federação Equestre Internacional (FEI). Na Sociedade Hípica Porto Alegrense estarão reunidos os melhores cavaleiros e amazonas do Brasil, Uruguai, Argentina, Bolívia, Chile, Venezuela, Costa Rica, Equador, Alemanha, Bélgica e França.
O concurso começa na quarta-feira, 2/4, e se prolonga até domingo, 6/4. Na quarta-feira à noite acontece a já tradicional prova Warm Up – Carro + Cavalo -, que abre oficialmente a 44ª edição do The Best Jump 2012. Disputado na pista coberta da Sociedade Hípica Porto Alegrense, costuma ser acompanhado com atenção pelo público. Mais que uma competição, a prova serve de confraternização entre os participantes. No Warm Up, os conjuntos tentam obter a vitória em duelos de duplas.